O cúmulo dos cúmulos
INEM RECORRE DA ACUSAÇÃO
Um motorista do INEM, com 26 anos, conduzia alcoolizado quando, a 9 de Agosto de 2008, passou um sinal vermelho, a cerca de 70km/h, e atropelou o jovem motociclista Rui Severino de ** anos, que teve morte no local.
O funcionário do INEM, está acusado pelo Ministério Público de homicídio por negligência grosseiro, pela morte do motociclista.
A PSP não o submeteu ao teste do balão no local e só no Hospital de Santo António, mais de duas horas depois do acidente, as análises acusaram uma taxa de alcoolemia de 1,36. Meses mais tarde, já em Novembro, o Instituto de Medicina Legal (IML) admite uma falha técnica que, àquela data, terá afectado 20 pessoas, incluindo o arguido neste caso.
A que velocidade circulava a ambulância?
Segundo o processo judicial o tacógrafo da ambulância aparentava marcar 34km/h, mas que, após a peritagem, foi apurado que afinal o veículo circula com mais do dobro da velocidade.
Motorista sem habilitações para conduzir ambulâncias
Mais grave ainda é saber que o motorista da ambulância do INEM não tinha sequer habilitação legal para conduzir viaturas de emergência e prioritárias e continua a exercer as mesmas funções, ou seja, a transportar doentes em emergência médica.
O INEM pediu a reabertura do processo, já fora do tempo limite, que acabou no dia 20 de Junho, com multa por não o ter feito atempadamente ao abrigo da lei.
Contestando assim o parecer e avaliação do Ministério Publico pondo em causa o profissionalismo e honestidade, como tendo sido uma pena pesada e não estando de acordo.
Parente os factos, continuo a dizer que o INEM quer continuar a esconder-se, não assumindo a responsabilidade,
Só me resta apelar a todos voz MOTARDS mais uma vez, que compareçam no dia 8 de Agosto á homenagem, para continuar com a luta que justiça seja feita e em nome de todos pelo valor do motociclismo,
P/F: façam circular esta missiva
Atentamente
Manuel Severino

